
quinta-feira, 30 de julho de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Mais um dia...
****************************************************************************************************************************************************************************************
Há uma linha tênue que me separa do lado de lá.
Observo uma vela que se queima, e imagino que seja eu... o fogo é sedutor, é intenso, é forte. Mas, aos poucos a cera vai escorrendo, derretendo, e o fogo se apaga.
Se a vela cair, o fogo se apaga...
um vento forte, e o fogo se apaga...
se alguém assoprar... puff!
Tão simples deixar de ser... tão ínfimo o poder do ser humano diante da vida... diante de Deus. E diante de si próprio, muitas vezes seu maior inimigo.
Quando me enfrento, corpo a corpo, sinto meus pés no limite... passar ao outro lado é uma questão milimétrica. Eu sou minha própria sina, meu próprio algoz, minha sentença.
Desequilibro, titubeio...vou e volto. Meu corpo se lança em direção ao que seria o fim ou quem sabe, o começo. Mas eu recuo... medo? insegurança? Falta tão pouco... e meus pés me traem.
Sou uma suicida inconfessa? Um ser covarde em busca de justificativas para encerrar minha conta neste mundo? Ou talvez, um ser inquieto o suficiente para não se contentar com suposições sobre "o que há no final do túnel"?
Não quero desvendar a morte... tampouco desafiar a vida... quero DECIDIR, apenas isso... uma vez ao menos.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Confessional

***********************************************************************************************************************************************************************
Deixo-me seduzir pela vida
e entrego-me facilmente ao prazer
Dôo meu corpo e minha alma
e transcrevo minhas sensações
quando, em verso ou prosa
confesso meus pecados
descrevo minhas alucinações
destilo meus venenos
ou quem sabe,
transmuto minhas energias
e busco luz onde há somente escuridão.
Confesso que sou fraca
e que tenho medo da morte
mas ao mesmo tempo em que temo
também ela me seduz.
Da vida que me trespassa
cravando em mim sentimentos
deixando marcas, pautando linhas
traçando rotas
é ela, a morte... quem me orienta
é nela que tenho o norte
onde jaz o que tanto busco
a paz, a sorte...o descanço
da vida triste
das dores, do desencanto.
Luna Echant
e entrego-me facilmente ao prazer
Dôo meu corpo e minha alma
e transcrevo minhas sensações
quando, em verso ou prosa
confesso meus pecados
descrevo minhas alucinações
destilo meus venenos
ou quem sabe,
transmuto minhas energias
e busco luz onde há somente escuridão.
Confesso que sou fraca
e que tenho medo da morte
mas ao mesmo tempo em que temo
também ela me seduz.
Da vida que me trespassa
cravando em mim sentimentos
deixando marcas, pautando linhas
traçando rotas
é ela, a morte... quem me orienta
é nela que tenho o norte
onde jaz o que tanto busco
a paz, a sorte...o descanço
da vida triste
das dores, do desencanto.
Luna Echant
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Ocaso
Assinar:
Postagens (Atom)

